FRAGATA DE MORAIS - LITERATURA

sábado, 30 de março de 2019

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    VERTENTES DA FICÇÃO INSÓLITA ANGOLANA Jurema Oliveira -  Professora da Universidade Federal do Espírito Santo na área de Teoria ...

Abreu Paxe em Ouro Preto

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Visita da UEA

Lançamento da Prece dos Mal Amados

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Associação de Autores Portugueses em Lisboa

60º Aniversário de Bonga em Lisboa

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Primeiro Encontro sobre Literatura Angolana1997

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ACADEMIA ANGOLANA DE LETRAS

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Academia de Cinema Holandesa

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Com Mia Farrow, filho e Lurdes van Dúnem

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Com Jorge Amado

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FORUM DAS LETRAS

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OURO PRETO

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VII SEMINÁRIO DE LITERATURAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

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VII SEMINÁRIO DE LITERATURAS AFRICANAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

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III ENCONTRO DE PROFESSORES DE LITERATURAS AFICANAS

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III ENCONTRO DE LITERATURAS AFRICANAS

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III ENCONTRO DE PROFESSORES DE LITERATURAS AFRICANAS

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III ENCONTRO DE LITERATURAS AFRICANAS

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THE INDIAN WANTS THE BRONX

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TEATRO

A PRECE DOS MAL AMADOS

A PRECE DOS MAL AMADOS
René Pélissier Análise Social, vol. XLI (179), 2006, Antes de chegar ao paraíso Antes de chegar ao paraíso faça um desvio pela África colonizada por Portugal e Espanha e — se lhe restarem forças — um salto a Timor pode revelar-se também bastante útil para o viajante. Em todo o caso, é em Angola que a visita deverá ser mais prolongada, a fim de que o peregrino se inicie confortavelmente na felicidade que o espera no final do caminho. O guia confirma-o… … Num romance pouco comum pelo seu tema — as dificuldades dos mestiços tanto em Angola, fora das cidades, como em Portugal —, um antigo embaixador do MPLA conta-nos as atribulações da sua heroína, que teve de deixar Angola juntamente com o pai português, sob a pressão do avô, chefe tradicional, que ergueu a cabeça com a independência. A nossa ideia de uma Angola paradisíaca para os mestiços é, segundo Fragata de Morais, um enorme logro, e voltamos a saltar para a guerra. 16 Fragata de Morais, A prece dos mal amados, Porto, Campo das Letras Editora, 2005, 343 páginas.

ESTÓRIAS PARA BEM OUVIR

ESTÓRIAS PARA BEM OUVIR
Permitam-me antes de mais dizer-vos que, apesar da minha habitual dificuldade em exprimir, teorizar pontos de vista em torno do texto literário, constitui para mim uma honra estar aqui presente para apresentar-vos o livro “ ESTÓRIAS PARA BEM OUVIR”, do confrade e amigo Fragata de Morais, já que o mesmo, sendo uma nova criação, projecta para a contemporaneidade elementos essenciais de culturas matriciais angolanas, aquelas que em larga medida constituem-se como elementos fundamentais que dão corpo e sentido à angolanidade, matérias que são para nós sempre gratificantes abordar. O presente livro de Fragata de Morais, “ESTÓRIAS PARA BEM OUVIR”, constituindo-se como novos textos, novas criações literárias, partindo das literaturas tradicionais do universo que se expressa nas línguas kimbundo e umbundo, vem dar corpo à ideia já expressa por Henrique Guerra, quando afirmava em Três Histórias Populares: “ A reinvenção da tradição literária dos povos africanos de Angola – ORATURA – é sem dúvida um dos vectores de desenvolvimento da moderna literatura angolense, em busca constante de uma identificação e personalidade cultural. (…) Põe-se amiúde a hipótese de a Literatura Tradicional poder ser aproveitada para a criação de uma Literatura Infantil Angolense. (…) . É uma literatura de tipo pragmático, visando incutir nos sus consumidores um estado de predisposição que os leve a encontrar respostas de actuação prática contra as agressões do meio físico e social que as envolve. Finalidade conseguida sem recorrência a um tom didáctico formal, em jeito de diversão; eis um elemento aproveitável para a literatura infantil, o de ensinar recreando, o de moldar espíritos através da actividade lúdica; e ainda outro aspecto, a superação do real através do mítico, num jogo que a criança entende e aceita.”Porém, acrescentamos nós, tratando-se de textos destinados a um público- auditório indiferenciado, pois qualquer um de nós, nestes textos poderá encontrar respostas para os problemas de que as sociedades contemporâneos, e a nossa em particular padece. A propósito desta temática, importa dizer que temos para nós que os textos orais possuem frequentemente um elevado valor estético e que por eles se perpetua toda a vida das comunidades em que se desenvolvem; que as verdades que contêm, os comportamentos que condenam e as condutas que propõem, frequentemente possuem um carácter universal e que por eles se procede a toda uma formação intelectual e se desenvolve o raciocínio lógico e o espírito crítico e ainda que apresentando-se privilegiadamente tais textos em espaços colectivos como os jangos, em círculos da vida social e comunitária portanto, constituem-se como elementos importantes da socialização do indivíduo e como factores que favorecem a coesão social. Por outro lado, temos para nós que, apresentando-se a literatura oral nas línguas nacionais ou na língua portuguesa, com as suas naturais interferências, constitui um elemento particular de identidade cultural, de preservação das línguas nacionais e de enriquecimento do universo simbólico e do imaginário da língua portuguesa. Temos por isso que, numa altura em que, como dizíamos, se busca o resgate dos valores morais e cívicos, a recuperação de textos da literatura oral para a escrita, tal como o Fragata nos propõe através desta obra, seria um caminho a seguir. Aliás, grandes referências da literatura mundial a esse percurso não foram alheios e, a literatura infantil em particular, encontrou na literatura oral a fonte daquelas que são as referências mundiais neste domínio, como é o caso da obra de Hans Cristian Anderson. Aliás, importaria a propósito acrescentar que, tal como disse Arlindo Barbeitos a propósito, “ a realidade é que as formas referidas encerram muitas vezes vários dos géneros que a literatura escrita contém”. Porém, se é justamente esse um dos argumentos de valor aqui trazidos pelo nosso autor à obra, ele, Fragata de Morais, ultrapassa "a versão oral inicial que o hábito ou o mestre consagraram” dando novo brilho e luz às palavras, ao mesmo tempo que enquanto recupera as mensagens para os dias de hoje, ultrapassa pela prosa-poética estilos e formas anteriores algumas experimentadas nos anos oitenta entre nós. Importa dizer que, quanto a nós, esses anos constituem o período áureo da literatura infantil angolana que foi marcado pela recuperação e recriação de textos tradicionais, processo que apresentando nos nosso dias um tendência minguante, é aqui rompido eloquentemente, com leveza e mestria pelo Fragata de Morais que, nesta obra de grafismo e, ou, ilustração matizada por elementos próprios da nossa cultura, e que assim vem dar corpo ao que se expressa na Politica Angolana do Livro e da Leitura, nomeadamente desenvolver linhas editoriais que culturalmente correspondam à nossa cultura e ao nosso imaginário. Como dizia, o autor Fragata de Morais ao recuperar para o livro presente os nossos próprios objectos que proporcionam maravilhas, como o kalubungu, do kimbundu, os nossos próprios seres e entes mitológicos, como o ekixikixi por exemplo, vem romper com a persistência na literatura de coisas que nos são alheios como sejam os elementos comuníssimos no lendário europeu como sejam a varinha de condão, os cavaleiros andantes, as fadas fascinantes e boas e por aí adiante, teimosamente entre nós usadas por alguns autores. Para lá do que foi dito, acrescento que “Estórias para bem Ouvir”, começando pelo título, reitera a necessidade de bem ouvir as normas de conduta consideradas virtudes e as práticas condenadas como defeitos, o que sem dúvida, é um dos “ problemas que estamos com eles”, e para cuja solução, se literariamente faladas e melhor ouvidas, poderá este livro ser uma fonte de inspiração para o trabalho futuro. Quaisquer um dos contos quer integram este livro do Fragata de Morais, “João Grande e João Pequeno, o Elefante e a Rã, a Menina Preguiçosa, o Pássaro Malvado, o Azar, o Leão e o Lobo” que percorreram o tempo, aqui numa narrativa-poética, simples e bela, perpassados por elementos culturais das comunidades de que emergiram as formas orais iniciais dos textos em que o autor se baseou para a sua hábil escrita, de ensinar sem forçar, numa acessível a todos os ouvidos e a todas as mentes, em nosso entender, ao terem sido escritas como o foram para esta obra, ganharam um lugar garantido na história da Literatura e, em particular, na história da literatura infantil angolana. Finalmente, devo dizer que mau grado a discussão que a forma de grafar um ou outro termo originário das línguas nacionais usado poderá suscitar, remetendo-nos uma vez mais para a maka do acordo ortográfico, maka com k é claro, matéria em que kotas e kandengues, sem fundamentalismos chegaremos a um entendimento, kota com k, é claro, porque com c, aqui ainda significa apenas “nível de terreno”, não obstante isso, em nada, em absolutamente nada a obra sai prejudicada, porquanto a linguagem coloquial, o percurso que nos leva a percorrer a alma popular de que se alimenta o nosso imaginário, o tempo de ontem e de hoje, num jogo lúdico entre tema-espaço e gente, tendo como recurso uma narrativa-poética das palavras, assim justamente o impõe. Por isso, resta-me apenas dizer bem haja ao Fragata de Morais e desejar que editorialmente esta obra seja um grande sucesso….. António Fonseca Professor de Literaturas Africanas
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